O Envydust comemora cinco anos do lançamento do seu primeiro álbum e para comemorar o disco o grupo se apresentou no Inferno Club, no último sábado (24/04) em São Paulo. As bandas Feises e Dilúvio foram as bandas de abertura. O show estava previsto para iniciar às 19:00, porém já por volta das 16:00 o local já estava sendo tomado por fãs.A entrada foi liberada às 18:00hs.
Enquanto o pessoal entrava, a Feises, formada por sete integrantes, “passa” o som e logo em seguida se apresenta. Além dos berros dos vocalistas Wallace e Victor, o som também traz a leveza de um teclado, tornando o som mais autêntico. Enquanto tocavam haviam poucas pessoas no Inferno, dando a confundir até mesmo o início do show com a “passagem” de som.As guitarras são bem trabalhadas e os berros são definidos, ora melódicos, ora pesados.
Após a apresentação da Feises, Dilúvio entra no palco. O local vai sendo preenchido por mais fãs e não demora muito para começarem os “bate-cabeça”. O dinâmico baixista, Messias, se destaca no palco, indo pra lá e pra cá, e interagindo constantemente com o vocalista. Com berros potentes, o som conta também com riffs rápidos e pesadas batidas da bateria.
Por volta de 21:00h, a banda mais esperada da noite, Envydust, entra em cena.Os integrantes tocam na íntegra o primeiro disco de carreira “Quando estar vivo não basta”. Além de tocarem músicas do segundo álbum (como a tão pedida "Leilão do lote 77") também foram executados três novos sons do cd que será lançado em breve, são eles: “Meu lugar”, “Infecta” e “Do Arranha-céu”.
Com “mosh’s” e “bate-cabeça” durante a apresentação, o grupo agita seu público fiel, que acompanham todas as músicas. Apesar de alguns problemas técnicos como quando o vocalista, Max, pegou a guitarra e o cabo não conectou direito, ou quando Daniel (vocal, symphs e programações) enrolou tanto o cabo do microfone na mão que o mesmo desconectou do plug, não captando sua voz, era evidente a química entre o quinteto e seus fãs.
Não se pode deixar de comentar sobre o baterista, Barros, que se destaca do início ao término do show. No decorrer do show, Barros quebra baquetas e as troca com muita rapidez, sem mesmo ser notado. Durante a apresentação da música “Por não entender”, por ser uma versão acústica o baterista deixa seu aposento e vai até à frente do palco para cantar junto com o Max e o baixista Che, deixando o público mais eufórico. É evidente a intimidade que o músico tem com seu instrumento de trabalho, sendo demonstrada através de sua agilidade e criatividade ao tocar as músicas.
O show encerrou-se por volta das 22:00h, já tinha, até mesmo, estourado o horário previsto de término. Max anuncia que para finalizar eles tocarão novamente “Leilão do lote 77”, deixando os fãs mais eufóricos, principalmente por se tratar de um som que poderia ser considerado o “hino” do Envydust, pelo fato de fãs e admiradores curtirem e saberem a letra na “ponta da língua”.
Fotos do Show:
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